top of page

DE ONDE VEM A VIOLÊNCIA? VEM DE DEBAIXO DO BARRO DO CHÃO

  • Foto do escritor: Arthur Andrade Tree
    Arthur Andrade Tree
  • há 5 dias
  • 5 min de leitura

Atualizado: há 4 dias

 


Se as guerras e a violencia urbana fossem as principais causas de mortes no mundo, estaríamos no paraíso.  Pois saibam que as guerras e as gangues matam infinitamente menos que as doenças.

 

Morrem por ano, no mundo, entre 45 e 50 milhões de seres por problemas cardiovasculares, câncer e outras enfermidades.  Corresponde a 204 vezes mais do que as guerras e 109 vezes mais que a violência urbana.  Se considerarmos os suicídios, as doenças matam 68 vezes mais. E se observarmos os hospitais, eles matam 12 vezes mais que as guerras e quatro vezes mais que a violência urbana. Doenças e hospitais juntos matam 11,4 vezes mais que todas as violências.

 

Portanto, o foco do combate à violência está apontado para o lado errado. A maioria das doenças vem das gôndolas dos supermercados, do ar poluído, dos balcões das farmácias, dos bares do mundo e, sobretudo, das águas subterrâneas das cidades. Esta é responsável pela violência sorrateira, silenciosa, 24 horas por dia de todos os dias. Ela vai minando a saúde de mais gente do que as doenças, os hospitais e todas as violências.

 

Guerras e conflitos armados = 245 mil mortes

Violência urbana = 460 mil

Suicídios = 730 mil

Hospitais (erros médicos, eventos adversos) = 3 milhões

Drogas e Álcool = 3,2 milhões (álcool, 2,5 milhões)

Doenças = 50 milhões (cardiovasculares, 19 milhões, Cancer, 10 milhões)

 

Dados da OMS, UNODC e Uppsala Conflict Data Program

 

 No passado, os mestres construtores eram bons observadores. Para levantar casas e cidades, eles escolhiam locais onde os animais dormiam, transavam, ruminavam. Esses lugares eram saudáveis. Isso significava que a terra era limpa por cima e, principalmente, por baixo.

 

Por cima, área firme, ventilada. Por baixo, sem veios de água corrente, sem lavas vulcânicas e falhas geológicas, lugares que os animais escolhiam. Os com água subterrânea, lavas e falhas geológicas eram evitados pelos mestres desde as primeiras cidades da Suméria. Eram regiões doentes. Mas esse conhecimento foi esquecido pela fúria da civilização, pelo avanço imobiliário e domínio do capital sobre a vida. 

 

TERRA SELVAGEM

 

As entranhas da Terra são selvagens, intensas, violentas. Existem nelas rios nervosos circulando turbulentos sob metrópoles, vilas, balneários, palácios e casebres. Essas correntes de água subterrânea (como lençol freático em movimento ou rios internos) atuam na superfície como potencializadores destrutivos. O atrito eletrostático entre a água, rochas e camadas de areia,  cria um campo de correntes elétricas telúricas que rompe a neutralidade da superfície. Em resumo, essa água libera infrassons de 20HZ imperceptíveis ao ouvido humano mas sentidos pelo corpo, pela tireoide, pelo sistema nervoso como um doloroso estresse sem descanso.

 

Pessoas sensíveis sucumbem aos efeitos desse bombardeio na insônia, na inquietação diária, nas dores no corpo, na raiva, na violência.  Uma rápida pesquisa sobre aguas subterrâneas nas cidades e logo veremos principais metrópoles sob efeito desses monstros submersos.

 

São Paulo, Rio de Janeiro, Nova Iorque, Paris, Singapura, Cidade do México, Tóquio e milhares de cidades estão sob efeito dessas águas. Esse turbilhão submerso atinge o sistema nervoso das multidões em doses homeopáticas durante anos, ininterruptamente. O estresse dos infrassons de 20HZ vai minando neurônios, glândulas e sobretudo, a tireoide. A resposta do corpo são as dores inexplicáveis, as síndromes, as escleroses e a violência. Surtos de ódio.

 

Corpos tensionados, o estresse é atribuído ao trabalho, ao medo, à correria. Tudo isso estressa, mas as águas não dão descanso nem nos dias de descanso, nem nas horas de sono. Os ansiolíticos vêm para salvar as noites às custas de desgaste celular profundo. E as drogas entram em cena. O consumo aumenta a cada minuto e não adianta produzir campanhas, reprimir com o inútil combate às drogas. 

 

Cocaína, heroína, anfetaminas, o álcool, os ultra processados, os estimulantes, o açucar e as catarses coletivas funcionam como alívio dessa constante tensão psíquica e física. Academias de ginastica, igrejas, shoppings centers, o consumo entra no pacote de drogas.  Se a água submersa é capaz de  desestruturar multidões e levar milhares aos hospitais e ao suicídio, o que dizer das lavas vulcânicas subterrâneas.

 

ILHA DA MADEIRA

 

Hawaii, Maui, Faial, Ilha da Madeira, Açores são ilhas vulcânicas. Lugares belíssimos que escondem um inferno sob a terra. Além da água, rios de rochas derretidas cortam o subsolo desses paraísos. A resposta na superfície é um mix de dores no corpo, violência doméstica, consumo elevado de álcool e outras drogas, depressão, suicídios.

 

O arquipélago dos Açores exibe taxas de suicídio mais elevadas que o continente português. O Parque Nacional dos Vulcões do Havai registra quedas intencionais na caldeira e no solo da cratera por pessoas em sofrimento psíquico. Na Ilha da Madeira, os suicídios são atribuídos ao isolamento territorial e fatores socioeconômicos. É menos danoso aos negócios adotar esse discurso do que responsabilizar a natureza.

 

Recentemente uma amiga encerrou seu turismo europeu na Ilha da Madeira. Ela e seu companheiro viajavam há quase um mês sem qualquer transtorno, ao contrário, era “uma das melhores viagens da vida.’ Até que algo mudou na Ilha. No primeiro dia, a noite inquieta prejudicou o sono. Na manhã seguinte, as primeiras discussões. As brigas evoluíram para a violência verbal e o “desejo de morte”. Estavam surtados, irreconhecíveis. Cada um foi para um lado, a viagem degringolou. Resolveram interromper o turismo, embarcaram para Lisboa. No aeroporto, minha amiga observou todos os casais emburrados, discutindo, em crise. No voo, sentiu um alívio no corpo. Em Lisboa, não havia qualquer sinal de estresse. Os dois reconciliaram sem entender o que havia ocorrido.

 

Não há controle mental que impeça o corpo de surtar sob o estresse de água e lavas subterrâneas. Os casos de dores no corpo, fibromialgia, ansiedade e depressão não combinam com a beleza desses lugares. Por que tanto consumo de álcool, maconha e outras drogas? Lugares paradisíacos são para relaxar, por que não relaxam? O que tem de comum nessas ilhas e tantas outras que levam pessoas sensíveis a estados de inquietações, dores de cabeça, enjoos, às drogas e aos médicos?


CANTOS DA SEREIA


 

A ciência convencional suspeita de questões pessoais anteriores aos lugares. Mas a geobiologia e a biofísica ambiental explicam de outra forma. Elas estudam a piezeletricidade e o magnetismo, o movimento de minerais derretidos e a pressão nas rochas subterrâneas que geram variações no campo geomagnético local. Tudo isso provoca, nas pessoas, estresse geopático e disrupção endócrina interferindo no eixo hipotálamo-hipófise-tireoide. Desregulados, os hormônios T3 T4 esgotam a glândula, levando ao hipotireoidismo. Esse coquetel ainda causa mutações celulares e formação de nódulos ou cistos, fadiga crônica, alterações metabólicas e outras disfunções.


Outro sinal explícito da tensão geopática é a ausência de cobras nesses lugares. Os répteis são animais hipersensíveis e responsivos a alterações mecânicas e térmicas do subsolo. A anatomia e seus sistemas sensoriais funcionam como verdadeiros sismógrafos e sensores geofísicos integrados. A audição das cobras é seu corpo e os infrassons da terra são fatais.


Não existem cobras no solo do Hawaii e em todas as demais áreas vulcânicas. Os répteis se limitam à água e evitam a terra. A lista é grande e inclui Irlanda e Irlanda do Norte, Islândia, Cabo Verde, Nova Zelândia, Ilha da Madeira, Faial, Groelândia e mais duas dezenas de paraísos que são como verdadeiros "cantos da sereia".


Agua e fogo são elementos majestosos, soberanos. Tentar contê-los, sufocá-los ou desafiá-los, desrespeitando seus domínios com engenharias humanas, é como buscar antecipar o fim da espécie. Somos frágeis demais para desafiar a natureza.

 

Hartur

 

 
 
 

Comentários


  • Facebook
  • Instagram

©2024 por Bipolar News. 

bottom of page